
Questions with a Cardiologist
Aula ao Vivo 04
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Q: So, let's get started. What is your name and your specialty?
A: My name is Eddie Hackler and I'm a cardiologist.
Q: Once you got into medical school, what was your favorite part of it?
A: Honestly, my favorite part of med school was socializing, and being around like-minded individuals who are all going towards the same goal. I just had a really good time and I think back a lot to my med school experience and I wouldn't trade it for the world.
Q: What specialty did you think you were going to go into on your first day of med school?
A: I thought I was going to be an oncologist. Learning more about oncology changed my mind. Every cancer is very different, there are so many different mutations… And then also just dealing with the concept that most of my patients may die. Well, that didn't sit well with me.
Q: What first made you fall in love with Cardiology?
A: In my second year of medical school, there was this project where we went to barbershops to talk to men about their health. The ones who did go to the doctor went because of hypertension. So I realized high blood pressure is very prevalent in most communities, especially the Black community. At that point, I thought that was the best way for me to do good for the most people.
P: Então, vamos começar. Qual é o seu nome e sua especialidade?
R: Meu nome é Eddie Hackler e eu sou cardiologista.
P: Assim que você entrou na faculdade de medicina, qual foi sua parte favorita?
R: Honestamente, minha parte favorita da faculdade de medicina era socializar e estar perto de pessoas que pensam como eu e que buscam o mesmo objetivo. Eu me diverti muito e penso muito na minha experiência na faculdade de medicina e não trocaria isso por nada no mundo.
P: Que especialidade você achou que iria fazer no seu primeiro dia de faculdade de medicina?
R: Achei que seria oncologista. Aprender mais sobre oncologia mudou minha opinião. Cada câncer é muito diferente, existem tantas mutações diferentes... E também lidar com o conceito de que a maioria dos meus pacientes pode morrer... Bem, isso não me agradou.
P: O que fez você se apaixonar pela Cardiologia primeiro?
R: No meu segundo ano da faculdade de medicina, houve um projeto em que íamos à barbearias conversar com homens sobre sua saúde. Os que iam ao médico, iam por causa de hipertensão. Então percebi que a pressão alta é muito prevalente na maioria das comunidades, especialmente na comunidade negra. Naquele momento, pensei que essa era a melhor maneira de fazer o bem para o máximo de pessoas.
